II Marcha dos Direitos Humanos – Braga

18 05 2011

O Núcleo de Braga da Umar participou na II Marcha dos Direitos Humanos, no último dia 9 de Maio. A iniciativa foi organizada pela CIVITAS.





Feministiza-te !

23 03 2011

A Campanha Feministiza-te, iniciada no dia 10 de Dezembro de 2008, destacou várias problemáticas na sua petição, entre elas a violência de género, o tráfico humano, a homofobia, transfobia, mutilação genital feminina, assédio moral e sexual, crimes de honra, racismo, xenofobia e assimetria salarial.

Durante os dois anos de duração, a campanha foi promovida através de uma petição online em seis idiomas e por acções de rua, actividades e debates, conseguindo destaque nos média ao nível local e regional.

A UMAR Braga encerou a sua campanha, mas não a sua luta de Feministizar. Assim compromete-se na continuação do combate às desigualdades que persistem, e a repetidamente “ levantar a voz pela consecução da Igualdade de Género”.

A UMAR agradece a tod@s os/as participantes da campanha, a tod@s que assinaram a petição online, e a aquel@s que se associaram as nossas actividades de promoção do Feministiza-te.

Para os/as mais curios@s fica aqui o relatório da nossa Campanha Feministiza-te .





ACAMPAMENTO EUROPEU DE JOVENS FEMINISTAS

11 03 2011

A UMAR sugere:

Jovens feministas da Marcha Mundial das Mullheres preparam acampamento para o Verão 2011, em França.
O objectivo do acampamento é criar um espaço de partilha de experiências de lutas e construir laços fortes e sustentáveis entre jovens feministas.

Para fazermos do nosso Acampamento o melhor possível, contamos com as tuas sugestões e, claro, a tua participação!

Para maiores informações:
Danielle Capella – dcapella@gmail.com
Vânia Martins – vaniamartinss@gmail.com





Os Novos Feminismos em debate

11 03 2011

A UMAR participa e sugere:

Os Novos Feminismos é o tema do debate que o Conselho Cultural da Universidade do Minho promove na próxima sexta-feira, dia 11 de Março, pelas 21:30, no Salão Medieval do Largo do Paço em Braga.

Estarão à conversa, comemorando o Dia Internacional da Mulher e a propósito da Exposição  ” Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1ª República”, que o Conselho Cultural tem patente na Galeria do Largo do Paço, fazendo a transição do passado para questões actuais, conquistas e problemáticas mais recentes, as seguintes convidadas: 
–        Presidente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) Maria José Magalhães;
–        Carla Cerqueira, membro da UMAR – Braga e doutoranda em Ciências da Comunicação;
–        Sara Isabel Magalhães, membro da UMAR – Braga e doutoranda em Psicologia;
–        Margarida Esteves Pereira, especialista em literatura contemporânea e género, professora no Instituto de Letras e Ciências Humanas, UM;
–        Olga Barbosa, artista plástica; 
–        Maria Luísa Coelho, doutoranda em Artes Visuais Literatura e Género.

A moderação estará a cargo da Presidente do Conselho Cultural, Ana Gabriela Macedo.

Entrada Livre





Polémica – Bastonário da ordem dos Médicos considera publicação homofófica de “normal”

11 03 2011

 

 “A sociedade homossexual diferencia-se da heterossexual pelos gestos, pela fala, pela indumentária, pelos gostos e por manifestações subtis que identificam um comportamento.”

Excerto de “ O Sentido do Sexo” de William H. Clode-  Revista da Ordem dos Médicos.

 

 

Bastonário dos médicos acha “normal” texto contra homossexuais ( Público)

O bastonário da Ordem dos Médicos considera “normal” a publicação na Revista da Ordem de um artigo de opinião que trata os homossexuais como “anormais” e “defeituosos”, considerando tratar-se de um direito que não pode ser censurado em democracia.

A Rede Ex-aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes – escreveu na quarta-feira uma carta aberta ao bastonário da Ordem dos Médicos e à Direcção da Revista da Ordem dos Médicos pedindo a condenação do artigo “O sentido do sexo”, da autoria de William H. Clode, director do Instituto Português de Oncologia, publicado na edição de Janeiro.

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ou

Bastonário da Ordem dos Médicos considera publicação claramente homofóbica na Revista da Ordem “normal”! (Feministas 100 Fronteiras)

”  Em suma, há neste artigo uma discriminação que é flagrante, no qual os homossexuais são classificados como “doentes”, “defeituosos”, “anormais”, “portadores de taras”, com “condutas repugnantes”, “higiene degradante” e que requerem “correcção”, e o Bastonário simplesmente recusa-se a dar a sua opinião sobre o artigo!? E ainda salienta que a Revista da Ordem “é plural e livre” e que “os artigos de opinião são da responsabilidade dos seus autores”?! E continua, clarificando que “Não há censura na Revista da Ordem dos Médicos, nem ninguém na Revista usa as suas opiniões pessoais para censurar a opinião dos outros. Isso não seria estar a viver em democracia”, defendeu o bastonário, que considera que tudo foi feito de “forma transparente, democrática e normal”?!”….

Há que fazer bem o trabalho de casa para se evitar dizer este tipo de barbaridades. Já todos/as sabemos, por exemplo, que há duas décadas que a OMS retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais e que a Amnistia Internacional considera a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos!

O Código Penal também prevê no art.º 240 a punição de crimes de “discriminação racial, religiosa ou sexual”. De acordo com o Código Penal, “quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação (…) difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual (…) é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos”.

Neste contexto, como pode o sr Bastonário querer tratar deste artigo, claramente homofóbico, como um mero artigo de opinião, escrito num país livre e democrático!? Parece claramente acreditar que em democracia tudo é permitido?! “

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Lançamento LIVROS REPÚBLICA

11 03 2011

A UMAR sugere:

No próximo dia 17 de Março vai se realizar o lançamento dos Livros República, às 17h no Palácio Valadares (Lisboa, Largo do Carmo).

As biografias destacam figuras incontornáveis, nesta comemoração do Centenário da República, como José Fontana, Jaime Batalha Reis, Adelaide Cabete e Carolina Beatriz Ângelo.





Mulheres desistem mais das Engenharias e Ciências

10 03 2011

São mulheres que, em vez, de optarem pelas áreas das Ciências Sociais ou da Educação, seguiram cursos ligados às Engenharias ou às Ciências. É sobre esta realidade que a investigadora Luísa Saavedra, da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, se debruça para desenvolver o projecto “Mulheres nas Ciências, Engenharias e Tecnologias: o efeito do oleoduto que pinga”. Com base numa amostra de 100 mulheres, o estudo demonstra que existe ainda uma prevalência de “estereótipos de géneros”, associados às profissões “tradicionalmente masculinas”. 

Em Portugal, também se faz sentir o efeito do “oleoduto que pinga” – termo americano segundo o qual “o número de mulheres tende a diminuir à medida que se avança na escolaridade e, posteriormente, na carreira profissional”, reforça Luísa Saavedra.

O estudo tem como principais objectivos perceber que aspectos condicionam a escolha de áreas “tradicionalmente masculinas” e analisar as dificuldades ou vantagens encontradas pelas engenheiras e cientistas no mundo profissional. Os resultados baseiam-se nas entrevistas de uma centena de mulheres, residentes nas zonas do Norte e Centro do país, que foram divididas em vários grupos: alunas de 9º e do 12º ano que se mostram decididas ou minimamente interessadas em prosseguir uma das áreas em análise, universitárias dos cursos de Engenharia ou Ciências, profissionais mais novas e de idade avançada que já ingressaram no mercado do trabalho.