A UMAR convida:

25 05 2009

“Tráfico de mulheres para a exploração sexual: meandros de uma realidade pungente”
21h30 | 28 de Maio 2009
Estaleiro Cultural da Velha-a-Branca

Sex_sells_by_igyO Núcleo de Braga da UMAR realiza, quinta-feira, no Estaleiro Cultural da Velha-a-Branca, uma sessão aberta ao público atinente ao tema “Tráfico de mulheres para exploração sexual: meandros de uma realidade pungente”, que conta com a presença da doutoranda da Universidade do Minho, Dulce Liliana Martins Couto.

Todos os anos, mais de 700 mil pessoas são traficadas (leia-se: ludibriadas, chantageadas, manipuladas, violentadas, exploradas, violadas, instrumentalizadas). O sexo feminino representa 80% das vítimas de tráfico humano e 30% são crianças. Embora não haja dados estatísticos exactos, a maioria das mulheres traficadas em Portugal provém do Brasil, tem idades compreendidas entre os 25 e 30 anos, e são impelidas para a exploração sexual. Anualmente, mais de 600 mil pessoas são traficadas no espaço europeu.

Em 2006, Portugal criou o projecto ‘Cooperação, Acção, Intervenção, Mundivisão’ (CAIM) com o propósito de desenvolver um trabalho interinstitucional na área da prostituição e tráfico de mulheres para fins de exploração sexual”.
No ano seguinte, foi implementado o I Plano Nacional contra o Tráfico Humano para promover a interacção policial e a sensibilização da sociedade. No âmbito deste Plano, inaugurou-se o primeiro Centro de Acolhimento e Protecção de mulheres – e também de filhos menores – consideradas vítimas de tráfico e em situação de vulnerabilidade. Paralelamente, reformulou-se a legislação portuguesa que passou a integrar o crime de tráfico humano; criou-se o Observatório de Tráfico de Seres Humanos e um Guia Único de Registo, que permite a partilha de informação entre a PSP, GNR, PJ e SEF. As campanhas de sensibilização ‘Não estás à venda’ e ‘Desperte para este realidade’ surgiram ainda como instrumentos de combate ao tráfico humano, nomeadamente para exploração sexual.

Por que razão são as mulheres as principais vítimas de tráfico para fins de exploração sexual?
Quais as consecuções do I Plano Nacional contra o Tráfico de Seres Humanos?
Qual o papel dos média no combate ao tráfico humano?

Estas e outras questões compõem a II sessão aberta promovida pela UMAR, em Braga.
Informais e intimistas, estas sessões visam fomentar a reflexão, exposição e intercâmbio de opiniões sobre os feminismos e suas adjacências, contribuindo para a promoção e aprofundamento de um olhar crítico sobre a contemporaneidade.

União de Mulheres Alternativa e Resposta
Núcleo de Braga


Ações

Information

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s




%d bloggers like this: