“Elas não querem ser como os homens, querem apenas os mesmos direitos”

11 10 2008

Selecção pré-natal. Infanticídio. Mutilação Genital Feminina. Abuso Sexual. Prostituição Infantil. Tráfico de mulheres. Casamento forçado. Violência doméstica. Mortalidade materna. Assimetria salarial. Prostituição. Crimes de Honra. Violação marital.

A violência exercida contra a mulher move-se num circuito fechado que é preciso quebrar. Nenhuma mulher usufrui, em plenitude, dos seus direitos. Porquê? Por ser simplesmente mulher!

Reconhecendo a importância de uma ambiência equitativa para o progresso das sociedades, a ONU designou a Igualdade de Género como um dos objectivos a alcançar até 2015. A campanha visa igualmente combater a pobreza extrema, universalizar o ensino básico, reduzir a mortalidade infantil e materna, erradicar doenças como o HIV/Sida e a Malária, garantir a sustentabilidade ambiental e promover a cooperação global.

Em 2007, Portugal – que constitui um dos 189 países subscritores da Declaração do Milénio – investiu 0,19% do Rendimento Nacional Bruto na Ajuda Pública para o Desenvolvimento (APD). O compromisso acordado estabelecia o investimento de 0,7% até 2015. A campanha apela ao Governo português uma aposta mais intensa no APD para a consecução efectiva das metas sobreditas.

Até quando, Portugal?  


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