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	<title>Comentários em: Nem todos gostam de &#8220;comer relva&#8221;</title>
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	<description>União de Mulheres Alternativa e Resposta</description>
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		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://umarbraga.wordpress.com/2008/04/22/nem-todos-gostam-de-comer-relva/#comment-8</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 15:42:10 +0000</pubDate>
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		<description>Onde se lê: &quot;universitárias&quot;, leia-se: &quot;universitários&quot;</description>
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		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://umarbraga.wordpress.com/2008/04/22/nem-todos-gostam-de-comer-relva/#comment-6</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 14:04:09 +0000</pubDate>
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		<description>As clivagens ou as divergências dos “mundos universitárias” só serão atenuadas se houver uma sensibilização e uma divulgação crescentes...
É, de facto, mais interessante e muito mais educativo a realização de performances, pelo modo de dar a cara por “causas” ou movimentos como o comportamento dos “feminismos”, mas, também, não deixa de ser desprovido de sentido cruzar os braços para a integração dos alunos mais recentes... Talvez a praxe não seja a melhor forma de eles absorverem conhecimento e de “sentirem em casa”, mas a “praxis social” tem, exactamente, o seguinte papel: dar a cada um o que precisa para se sentir integrado e tal facto passa, também, pela criação de uma consciencialização de fazer “feminismo”. E fazer “feminismo” não é nada mais que promover a igualdade, mesmo em comportamentos tão críticos como a “praxe académica”. Por isso, vamos adiante para trazermos a todos os comportamentos novas formas e novos sentidos de erradicar o feminismo e promover a igualdade.
Ex-aluna de Sociologia da UMinho,
Ana Ferreira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As clivagens ou as divergências dos “mundos universitárias” só serão atenuadas se houver uma sensibilização e uma divulgação crescentes&#8230;<br />
É, de facto, mais interessante e muito mais educativo a realização de performances, pelo modo de dar a cara por “causas” ou movimentos como o comportamento dos “feminismos”, mas, também, não deixa de ser desprovido de sentido cruzar os braços para a integração dos alunos mais recentes&#8230; Talvez a praxe não seja a melhor forma de eles absorverem conhecimento e de “sentirem em casa”, mas a “praxis social” tem, exactamente, o seguinte papel: dar a cada um o que precisa para se sentir integrado e tal facto passa, também, pela criação de uma consciencialização de fazer “feminismo”. E fazer “feminismo” não é nada mais que promover a igualdade, mesmo em comportamentos tão críticos como a “praxe académica”. Por isso, vamos adiante para trazermos a todos os comportamentos novas formas e novos sentidos de erradicar o feminismo e promover a igualdade.<br />
Ex-aluna de Sociologia da UMinho,<br />
Ana Ferreira</p>
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